segunda-feira, 9 de setembro de 2024
A Boa e a Má Consciencia sob a ótica Sistêmica
segunda-feira, 12 de agosto de 2024
PAI "PAIS"
sexta-feira, 26 de julho de 2024
Ensinamentos Budistas
"Não espere até que o sofrimento acabe para se permitir ser feliz..."
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"O oceano de sofrimento é imenso, mas se olhar à volta, poderá ver a terra. A semente do sofrimento em você pode ser intensa, mas não espere até que o sofrimento acabe para se permitir ser feliz. Quando uma árvore do jardim está doente, você precisa cuidar dela. Mas não ignore todas as árvores saudáveis. Mesmo com angústia no coração, você pode fruir das inúmeras maravilhas da vida: o belo pôr-do-sol, o sorriso de uma criança, as variadas flores e árvores. Sofrer não é tudo. Por favor, não fique preso ao seu sofrimento. Se você já passou fome, sabe que comer é um milagre. Se já sofreu com o frio, então conhece a preciosidade do calor. Quando você sofre, saiba apreciar os elementos do paraíso que estão presentes. Mas se habita apenas no seu sofrimento, então perderá o paraíso. Não ignore o seu sofrimento, mas não se esqueça de desfrutar das maravilhas de vida, para o seu bem e para o benefício de muitos seres." - Thich Nhat Hanh(1926~2022)
O objetivo último é a cessação do sofrimento..."
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"Durante o curso da sua longa pregação, o Buda teve que ajustar o seu ensinamento às pessoas com capacidades e necessidades diferentes. Ele ensinava àqueles dados a comportamentos extravagantes que abandonassem os seus caminhos autodestrutivos e realizassem ações saudáveis que geram resultados agradáveis. Ele ensinava àqueles inclinados a se resignarem com o destino que o estorço presente determina a qualidade da vida atual assim como o nosso destino futuro. Ele ensinava àqueles convencidos que a existência pessoal terminava com a morte do corpo que os seres vivos sobrevivem à dissolução do corpo e ressurgem de acordo com os seus kanmmas. Ele ensinava àqueles ainda não maduros o suficiente para realizações maiores para que aspirassem ao renascimento entre os devas, os seres celestiais, de modo a desfrutarem a bem-aventurança e a glória dos paraisos. Um renascimento abençoado no paraiso, contudo, não é o proposito final para o qual o Buda pregou o Dhamma. No mellhor dos casos é apenas uma parada temporária no caminho. O objetivo último é a cessação do sofrimento. A bem-aventurança dos paraísos, não importa o quão bem-aventurada seja, não é a mesma coisa que a cessação do sofrimento. De acordo com o ensinamento do Buda, todos os estados de existência dentro da ronda de renascimentos, mesmo nos paraisos, são transitorios, inseguros e expostos ao sofrimento. Por isso, o objetivo último do Dhanmma é nada menos do que a libertação, que significa a liberação completa da ronda de nascimentos e mortes. O que jaz além da ronda de renascimentos é um estado incondicionado chamado Nibbãna. Nibbãna transcende o mundo condicionado, apesar de poder ser alcançado dentro da existência condicionada, nesta mesma vida, e experimentado como a extinção do sofrimento. A realização do Nibbãna ocorre com o florescimento da sabedoria e traz a paz perfeita, felicidade imaculada e a pacificação das pulsões compulsivas da mente. Nibbãna significa a destruição da sede, da compulsão ao desejo. Ele também é uma ilha de segurança no meio das correntes caudalosas da velhice, doença e morte." -Bhikkhu Bodhi.
*Aprecio muito os ensinamentos Budistas. Agrego a minha existência e práticas de cunho Espiritual.
segunda-feira, 15 de julho de 2024
O "Luto"
sexta-feira, 12 de julho de 2024
TORDILHO CAVALO DE SÃO JORGE
O Caminho (PorVilma capuano)
O CAMINHO
Estar No Caminho é viver tendo o propósito de reconhecer e irradiar a frequência única da sua Essência.
Na Jornada da vida terrena, ou porque faltou um mestre, ou não encontrou a ferramenta ou o ambiente adequado, a maioria irradia uma vibração causada pela distorção sobre quem pensa ser.
“Quando existe um certo nível de Presença, paz e atenção consciente nas percepções de um ser humano, esse é capaz de sentir a Essência Divina da Vida, a Consciência única ou o Espírito único que habita dentro de todas as criaturas, reconhecendo-A em unicidade com a sua própria Essência e sendo, por isso, capaz de amar a Vida como a si próprio.“ ~Eckhart Tolle (Um Novo Mundo)
“Uma boa visão interior é adquirida pela Pureza ao viver no físico e no psíquico. Se alguém transgride as leis divinas, sua visão espiritual se torna obscura. Não é mais guiado, e se desvia do Caminho. Mas assim que decide agir em Integridade, seus centros sutis começam a funcionar, e ele não apenas vê, mas vive na Luz."~Mikhaël au quotidien
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“Saiba, ó homem, que a Luz é a sua herança.
Saiba que a escuridão é apenas um véu.
Selado em seu coração está o brilho eterno esperando o momento de liberdade para conquistá-lo, esperando para rasgar o véu da noite."~Thoth
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“Uma Alma é composta de um grupamento de energias que habitam dentro. Podem estar unidas ou fragmentadas, equilibradas ou instáveis. A Vida é uma oportunidade dada à Alma para elevar-se, conforme determinado por seus próprios méritos, para viver em harmonia interna, ou na desordem diante das circunstâncias.“ ~Hua-Ching
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Estamos existindo na dimensão em que a polaridade também é representada pela desconexão dos dois hemisférios cerebrais, dificultando acessarmos a Consciência Superior.
O hemisfério direito carrega a Frequência do Feminino Sagrado, que direciona a transcendência / a espiritualidade.
sexta-feira, 5 de julho de 2024
NÃO compre CULPAS
Todos nós buscamos o pertencimento, e dentre as Ordens do Amor da Constelação Familiar, talvez essa seja a ordem que mais nos une à nossa origem, à nossa família. O direito de pertencer diz que todos e tudo têm o direito de pertencer. Todas as pessoas, e todas as situações, sejam elas felizes ou não, têm um lugar em nosso sistema.
Bert Hellinger fala que quando vamos nos desenvolvendo e aprendendo, trazendo consciência para algumas questões do nosso sistema, começamos a querer mudar os padrões. Começamos a entender que aquele padrão de comportamento ou aquela questão específica que temos em nossa família não necessariamente precisa continuar.
Abro este tema e reabro muitas vezes...
Quem ainda não experimentou este sentimento?
A CULPA **************
MEDO************
********RAIVA...
Quando somos pequenos, estamos agindo muito pelo instinto.Se quiserem ir mais fundo no tema, podemos aqui elencar alguns tópicos ao final, bem interessantes e com fundamentos de bases científicas, psiquicas, emocionais, acerca de nosso cérebro, nossas emoções, crenças entram aí também, mas já em outros níveis de abordagem.
O objetivo aqui é desemaranhar e ressignificar para que se torne leve o olhar, o sentir, o caminhar...
Muitas vezes, tomamos culpas, por lealdade a alguém, por exemplo: um Pai ou mãe, irmãos...
Creio que é de vital importância aí, Constelar!
Localizar aonde se instalou e porque se instalou esta culpa.
Mais uma vez, temos um provocante texto de Hellinger, onde ele afirma categoricamente que não podemos nos livrar da culpa. Vamos entender isso? A constelação familiar sistêmica está de acordo com as mais profundas tradições orientais, como o zen, o tao e o advaita vedanta, que não trabalham com o conceito do certo e errado, tão difundido aqui no ocidente. Segundo estas filosofias, e segundo a constelação familiar sistêmica, tudo na vida material funciona através do equilíbrio e confronto de duas energias antagônicas. Somos levados a acreditar que existe o mal e o bem, quando na verdade, mal e bem são a mesma coisa, aos olhos sistêmicos. Se você, que está lendo agora estas linhas, lembrar de um fato ruim da sua vida, poderá ver inúmeros aspectos positivos deste fato: ele fez você se mexer. Ele lhe tirou da zona de conforto. Ele lhe deu maturidade emocional. Ele lhe desafiou e você descobriu talentos adormecidos. O fato ruim despertou sua fé… enfim, não é difícil ver que o ruim é bom em inúmeras situações, assim como o bom é ruim em inúmeras outras situações.
" A sensação de culpa e inocência é inerente ao nosso tipo de consciência centrada no ego. Não há como fugir disso, e não devemos fugir disso. Esta força da culpa e inocência nos conduz, provocam reações. Fazemos algo pelo outro porque, no fundo, há uma culpa. Tenho que dar isso. Tenho que ir lá. Tenho que abraçá-lo. Tenho que ouvir. Tenho que ser bom… E quando fazemos o que a nossa “culpa” determinou, vem a sensação da inocência. Ufa! Estou me sentindo ótimo! Nossa, como foi bom ter confortado ele! Ai, que alívio…"
Com base em textos Sistêmicos, eu aqui introduzi o tema "Culpa",mas lhe pergunto:
Existe algo que você carrega e se sente culpado nisto?
Creio que o principal é reconhecer de onde vem isso.Vem de suas crenças? De perdão, de pecado, de certo e errado, de céu e inferno...
De onde vem esta Culpa?
Vem de seu sistema familiar onde Culpas eram atribuidas a alguém, ou à você?
Muitas vezes, podemos escutar: "Você é igual ao seu Pai": Um fracassado! Ou "Bêbado"...
Ou, você é igual sua avó "materna", era louca!
Ou, de repente, você tem filhos(as) e "algum destes filhos, ou um destes, apresenta um comportamento mais desafiador, contraditório, etc...etc...
Aí, muitas vezes vamos nos enredando e sofrendo ...culpando e sendo culpados.
Outro dia assisti um filme que se passava na África e na familia, existiam filhos e filhas diferentes.Me refiro a que o Homem, por ter mais de uma esposa, gerou filhos e filhas com mulheres diferentes e no meio de tudo isso, começam os emaranhados...
Não estou aqui julgando a cultura, as tradições, etc...Apenas olhando sob outros ângulos,porque é certo que podem ocorrer aí, muitos desdobramentos.
Assim como em nossa sociedade, as relações por si só trazem naturezas diferentes.
Daí surgem culpas, raivas, medos...sentimentos de impotência, ou de projeção e transferência.
Fulano diz: Foi culpa sua! Você puxou ao lado da familia de seu Pai, ou sua Mãe e só em dizer isso, já imprimimos exclusões aí e onde se exclui, bem...até que alguém faça diferente, o sistema será disfuncional.
Reconhecer, não significa "aceitar" dando à cara à bater.
Reconhecer e aceitar, implica em compreender oque o outro fez, porque fez e saber que em tal época, era daquela forma, ou a pessoa não teve escolhas,também veio de toda uma circunstância onde o "desequilibrio" se instalou de alguma maneira...
Cultivamos algumas ideias morais sobre a culpa e a inocência. Pelo nosso olhar, acreditamos que os inocentes são “bons” e os culpados são “maus”.
Isso, claro, não falamos daqueles que cometeram algo contra a lei e o convívio na sociedade. O que se fala neste texto é sobre o sentimento interno de culpa ou inocência nos nossos movimentos da vida.
Hellinger, em seus estudos e observações, traz um novo olhar para esses sentimentos, e explica como nosso valor em relação à culpa e a inocência pessoais podem estar invertidos na nossa significação.
Ele afirma que podemos fazer coisas consideradas ruins com sentimentos de inocência e fazer boas coisas com culpa, ou má consciência. Esses sentimentos estão ligados, primeiramente, ao nosso vínculo familiar
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A consciência familiar
Em nossos relacionamentos experimentamos a consciência. Em nossas ações, tudo que fazemos e que produz um efeito sobre o outro vem acompanhado de um sentimento interno de “culpa” ou “inocência”.
Aquilo que causa dano ao outro, experimentamos como culpa. Porém, se fizemos algo que favorece o outro, sentimos inocência.
Em nosso sistema familiar, estamos submetidos à cultura dessa família, e o que sentimos como danoso ou como um favor também se altera conforme aquilo que é praticado por esse sistema.
Isso significa que o que pode ser visto como negativo em um sistema pode ser considerado algo positivo ou incentivado em outro. Essa é uma das principais descobertas de Hellinger.
“O que podemos observar nas Constelações familiares em relação à consciência coletiva? Em primeiro lugar, que não excluamos ninguém, seja na nossa família ou na família do cliente e que procuremos na família dele e na nossa, pelos excluídos, olhemos para eles, com amor, em nosso coração. Podemos fazer isso somente se tivermos deixado para trás a diferenciação entre o bom e o mau.”
Bert Hellinger
Nosso padrão de culpa ou inocência interna está atrelado ao que é aceitável ou condenável pela nossa cultura familiar. Se seguimos de acordo com o que é aceitável em nosso sistema familiar, experimentamos isso como uma postura inocente, sem peso.
Fontes abordadas aqui:
A Culpa no Saber sistémico














